Os Efeitos da Pandemia do COVID-19 na temporada de Cruzeiros no Brasil
DOI:
https://doi.org/10.59776/2764-5835.2025.7218Resumen
ução
O turismo possui diversas ofertas de serviços e produtos para diferentes destinos. Um
produto ofertado em todos os continentes são os cruzeiros, que é retratado por PETRICK (2016)
como um “resort flutuante”, disponibilizando aos passageiros muitas atrações a bordo, e ao
mesmo oferece uma hospedagem e um transporte. Os possíveis benefícios do mercado de
cruzeiros está condicionada a diversos fatores, incluindo: o tipo de porto de referência, que pode
ser um porto de embarque/desembarque ou de escala; o momento da viagem em que ocorre a
escala (início, meio ou fim do itinerário); o tempo de permanência do navio no porto; a
quantidade de escalas previstas no roteiro; e a infraestrutura disponível no destino para atender
às demandas do navio e de seus passageiros (CLIA, 2019).
Nesse sentido, os cruzeiros ocorrem com diferentes roteiros e duração de dias ou meses.
No litoral brasileiro, a temporada se desdobra entre outubro e maio, podendo sofrer alguma
variação de acordo com as companhias. No quadro atual, duas companhias globais do setor
operam no Brasil, a Costa Cruzeiros e a MSC. Na temporada 2023/24, foram 9 navios (6 da
empresa MSC e 3 da empresa Costa Cruzeiros), com um fluxo de mais de 844 mil passageiros
embarcados (CLIA, 2024). A atividade de cruzeiros consolidou-se como um importante
segmento do turismo no litoral brasileiro, o que evidencia a necessidade de retomada desse
fluxo no país, justificando, portanto, a relevância do presente estudo.
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