Educação e humanização: formação escolar, formação humana e a memória experiencial
DOI:
https://doi.org/10.25244/1984-5561.2026.8184Palavras-chave:
Educação, Humanização, Memória Experiencial, Saberes, FormaçãoResumo
Esse artigo busca analisar a formação escolar, a formação humana e a memória experiencial sob o olhar das trajetórias de vida de professores e alunos, entrelaçando com as contribuições filosóficas de Herbert Mead. O início da caminhada existencial de uma pessoa é marcado por diversas experiências de aprendizagem que se perpetua por toda a sua vida. As primeiras percepções sobre o mundo acontecerão no núcleo familiar, com os cuidadores iniciais. Gradativamente outros sujeitos vão se incorporando a essa estrutura familiar, ampliando os percursos formativos deste indivíduo, seja no espaço formal, ou nas diversas situações de aprendizagem que a vida impõe. Segundo Freire (1996), o ser humano só se humaniza na relação com o outro e a Educação exerce uma função primordial neste processo. Uma análise mais acurada sobre as memórias das experiências formativas que se materializam no cotidiano da escola pode abrir espaços de diálogo e de aproximação entre os sujeitos sociais que são protagonistas deste espaço.
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